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terça-feira, 2 de dezembro de 2014

sobre negócios!!!

... oi... gostaria de falar um pouco sobre negócios... é empreendedorismo!... pois é, para quem não sabe eu sou bordadeira, crocheteira, faço artesanatos com recicláveis e sou revendedora por catálogos, de várias marcas!!! e faço tudo isso por amor... é eu gosto muito do que faço!!!...
mas tenho que dizer uma coisa muito importante... nesse mundo de fazer muitas coisas é preciso foco... é preciso priorizar certas coisas...
vou colocar aqui alguns passos interessantes para quem quiser se aperfeiçoar... ou se enredar nesse mundo... ou nestes mundos!!!

para quem faz artesanatos... essa reportagem do Elo 7 é muito legal...
http://blog.elo7.com.br/2014/12/a-valorizacao-do-artesanato-comeca-em-voce.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+BlogElo7+%28Blog+do+Elo+7%29#.VH38XTHF9JU

A valorização do artesanato começa em você

Quando penso que cada trabalho de artesanato é uma peça única, onde o profissional criativo imprime suas características, produz emoções, expressa sentimentos e materializa ideias de forma individualizada, questiono: “Alguma coisa está errada, deveria ser ao contrário, cada peça de artesanato tem um valor inestimável, pois ela é exclusiva”. Qual o por que, então, do artesanato não ser valorizado?
Basicamente, percebo que existe uma espécie de preconceito que, muitas vezes, começa no próprio artesão. É comum ouvir profissionais referindo-se ao seu produto como minhas “pecinhas” ou meus “trabalhinhos”. Ora, se o próprio criador  desvaloriza a peça, chamando de “trabalhinho”, imagine o consumidor…
 Qualidade do trabalho e Capacitação do Artesão
Um primeiro ponto fundamental na valorização do artesanato, é a qualidade do trabalho e a capacitação do profissional.
Sem capacitação, sem profissionalismo, não existe valorização. Talvez, você diga: “Eder e quem está começando, que não pode comprar DVD´s ou cursos?” Eu acredito que a internet democratiza o acesso a informação, levando o conhecimento a todas as pessoas. Se não pode investir em cursos pagos, comece pelo conteúdo gratuito disponibilizado na internet. Para isso você só precisa de VONTADE! E quando for possível, faça investimentos financeiros em sua capacitação, mas nunca – eu disse NUNCA! – deixe de se atualizar e de se capacitar.
Preço x Valor
Agora, vamos refletir sobre a questão de Preço e Valor
Primeiramente, é preciso saber que existe uma enorme diferença:
  • Preço: é o que a pessoa entrega (dinheiro)
  • Valor: é o que a pessoa recebe (percepção)
Quando, o preço é maior que o valor o sentimento gerado será “está caro”. Quando o valor é maior que o preço o sentimento será “está barato”.
Veja um exemplo, bem simples, para entender esse conceito: Uma tarde no cabeleireiro…
O que a pessoa entrega (preço): R$ 150,00
O que a pessoa recebe (valor): Autoestima, beleza, elogio de amigos etc.
Percebe?  Nesse exemplo, o valor (o que a pessoa recebeu) é maior que o preço (o que a pessoa pagou). Por isso, “não choram” para entregar os R$ 150,00 ou mais, por algumas horinhas no salão e “choram“ para pagar R$ 80,00 na peça artesanal que levou 3 dias para ser criada.
Para você saber qual o valor o cliente está percebendo em seu trabalho artesanal, é necessário conhecer suas necessidades ou seus desejos.
Vamos a outro exemplo:
Imagine, um profissional que trabalhe com encadernações artísticas e uma das peças de seu portfólio seja “Agenda”.
De um outro lado, temos o consumidor que está procurando uma agenda…
Se, esse consumidor, quer um “caderno para fazer anotações” (essa é a sua necessidade), vai achar caro o preço de R$ 80,00 (o que ele entrega), pois o seu valor percebido para uma agenda é “apenas um local para anotar coisa” (o que ele recebe).
Não adianta tentar vender a agenda artesanal para ele… Ele vai comprar aquela agenda da papelaria/livraria por R$ 20,00.
Agora, se esse consumidor quer mostrar para amigos o seu gosto requintado nas suas coisas pessoais (esse é o valor) ou ter um local onde irá registrar momentos especiais e únicos (valor), achará razoável e até mesmo barato o preço de R$ 80,00, pois a agenda da papelaria não irá suprir esse seu desejo.
Essa é a chave:
Entenda a necessidade/desejo de seu público e você terá clientes satisfeitos e que valorizam seu trabalho.
Todo o artesão deve compreender que a valorização começa em cada profissional, em cada atitude e forma de encarar o trabalho. Também, é fundamental buscar a capacitação e a qualificação constante e, finalmente, saber que toda a vez que ouvir “está caro”, não deve baixar o preço e sim, aumentar o valor percebido de sua peça.
E você? O que pensa sobre a valorização do artesanato? O que você faz para valorizar seu trabalho? Comente abaixo com sua opinião.

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